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Uma unanimidade mundial: o plástico-bolha é uma diversão para todas as idades. Estourar as bolinhas do material, usado para embalar produtos frágeis, é um passatempo favorito desde sempre. Agora, a empresa Sealed Air quer acabar com a graça, criando um novo tipo de plástico-bolha que não estoura de forma nenhuma.
A companhia inventou o plástico-bolha tradicional nos anos 1960, mas agora quer rever os seus conceitos. A explicação para a ação mais estraga-prazer da história da humanidade, infelizmente, faz sentido do ponto de vista logístico.
O plástico-bolha comum é distribuído já inflado, o que ocupa muito espaço. Portanto, também é mais caro armazená-lo e transportá-lo. Enquanto isso, o material da Sealed Air, chamado iBubble, pode ser enviado vazio para o cliente, que o enche conforme a sua necessidade.
O plástico, neste caso, não estoura porque, ao pressionar uma bolha, o ar simplesmente passa de uma bolinha para a outra, sem provocar o tão agradável e relaxante som que conhecemos.
Ken Aurichio, da Sealed Air, explicou à CNET que a embalagem responde às novas necessidades do comércio eletrónico pela utilização de recursos mais rápidos e sustentáveis.
No entanto, ele também tranquiliza as pessoas que tiram prazer de estourar as bolhinhas da embalagem plástica. «O plástico-bolha que estoura continuará a existir», conclui.
Curiosidades
Calma, isto não é um assalto. Embora essa seja a provável primeira impressão de quem se cruza com estas mulheres chinesas, que estão a usar «facekinis» para cobrir o rosto na praia.
A invenção desta tendência surgiu em 2004, pela mão da dona de uma loja de roupa de praia.
A invenção desta tendência surgiu em 2004, pela mão da dona de uma loja de roupa de praia.
Com muitas mulheres à procura daquele «look» mais pálido, muito popular na China, a lojista recebera inúmeros pedidos para fabricar «facekinis».
Desde então, conta o Telegraph, a moda pegou e tem cada vez mais seguidores.
Curiosidades
Se fosse um pirata e tivesse roubado todo o ouro do mundo, seria necessário apenas um baú do tamanho de quatro piscinas olímpicas para guardá-lo. Para armazenar a produção de um ano bastaria encontrar um apartamento de tamanho médio.
São extraídos atualmente cerca de 3.000 toneladas do minério por ano e a produtividade tem estado a aumentar. O total acumulado desde a antiguidade é estimado entre 160 mil e 180 mil toneladas, mas há alguma desconfiança nesse número pela dificuldade em estimar a quantidade extraída de ouro no passado mais remoto. Com esse ouro já extraído seria possível fazer cinco anéis de ouro por cada ser humano vivo do planeta.
O ouro é um metal bastante denso. Enquanto um litro de água pesa um quilo (densidade de 1 g/ml), um litro de ouro (no estado sólido) pesa 19,3 kg (densidade de 19,4 g/ml). Mesmo comparado com outros metais, como o ferro (7,87 g/ml), o ouro ainda é bem pesado. Para ter uma ideia, o cubo de ouro de 5,4 m de aresta pesaria o equivalente a 43 mil pessoas (o mesmo volume de água pesaria o mesmo que 2.249 pessoas).
O maior produtor de ouro de 2014 foi a China, com 462 toneladas anuais. De seguida vêm a Austrália, Rússia, EUA e Peru, por esta ordem. Os dados são da publicação GFMS Gold Survey 2015, da editora Thomson Reuters.
Mas não é só da extração em minas que vem o ouro. Pode ser reaproveitado de eletrónicos, de joias antigas ou mesmo de obturações dentárias.
Mais da metade do ouro extraído é usado por ourives na confecção de joias, o restante é usado como lastro em bancos oficiais, produção de moedas, como investimento pessoal ou mesmo como matéria-prima para a indústria.
Os maiores países consumidores do mundo ouro são a China e a Índia (com 24,2% e 23,1% do total, respetivamente). Em seguida vêm os EUA, Alemanha e Japão (6,5%, 3,5 e 3,2%).
Em consumo per capita, o ranking é dominado por países árabes e asiáticos, e é liderado pelos Emirados Árabes Unidos com um consumo anual de 8,5 gramas por habitante.
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